Marketing Digital de conteúdo – Coreografia do mercado. Vender, ou gerar valor?

  • Luta coreografada de venda e compra

 

Meus alunos sabem que eu chamo esse momento de “momento da luta”. Onde o vendedor e consumidor iniciam uma luta coreografada, onde quem vende ataca e quem compra defende-se. Para baixar essa guarda, ou esse escudo anti-compra, o vendedor deve não vender.Isso mesmo, nos primeiros momentos de contato com o consumidor um número incrível de conteúdos, valores ou serviços devem ser entregues com a única intenção real, verdadeira e genuína de entregar valores e entregar resultados para o consumidor. Quando isso acontece, o consumidor abaixa o escudo para receber os mantimentos de conteúdo. Assim você abre uma brecha na mente de seu consumidor e gera uma relação emocional de companheirismo e parceria.

Isso mesmo, nos primeiros momentos de contato com o consumidor um número incrível de conteúdos, valores ou serviços devem ser entregues com a única intenção real, verdadeira e genuína de entregar valores e entregar resultados para o consumidor. Quando isso acontece, o consumidor abaixa o escudo para receber os mantimentos de conteúdo. Assim você abre uma brecha na mente de seu consumidor e gera uma relação emocional de companheirismo e parceria.

  • Gerando valores ao consumidor.

Quem falta conteúdo fica com medo da concorrência. Quem tem muito, entrega e é procurado justamente por sua enttega.

Quem falta conteúdo fica com medo da concorrência. Quem tem muito, entrega e é procurado justamente por sua enttega.

Se você é formada, ou formado em marketing, tome muito cuidado. Quando alguém de marketing diz que está focado no consumidor me dá até arrepios na espinha. Um executivo de marketing normalmente quer atender os anseios do consumidor com uma tecnologia, ou com algum tipo de produto. É quase como se ela, ou ele tenha que obrigatoriamente ter a resposta para todos os problemas existentes do mundo.

Nada de errado com isso, mas quem disse que seu foco tem que ser vender?

Não é. Seu foco deve ser ouvir o consumidor. Se os dados de vendas diminuíram, ou aumentaram, ou o consumidor deixou de usar este para aquele produto não significa que você tenha que atender essa movimentação de mercado, baseado em uma excelente pesquisa com um produto. Não! Você tem que atender ao seu consumidor com mais perguntas. Responder a estas perguntas com respostas honestas, com conteúdo e educação e só então responder ao que eles precisam com um produto. Isso é contra intuitivo? Sim. Mas os dados não devem ser o foco, os números não devem ser o foco, os consumidores devem ser o foco.

Mas a reação quase que imediata de nosso antigo modelo de negócios sobre os anseios do consumidor é uma fórmula, um produto que cubra um buraco, ou uma nova tecnologia, sem entender e responder seus consumidores com perguntas e novas respostas antes de um novo produto.

Quem apaga incêndio fica bem atrás quando se trata de inovação.

 

Por isso startups estão crescendo tanto. Por isso novas empresas reagem mais rápido. Elas não têm elefantes brancos. Quer ser inovadora, inovador? Ouça consumidores e usuários. Não tire os olhos deles, anote tudo, até as pisadas de olhos que eles derem.

Thiago Carneiro Benlev

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