Cultura de Inovação vs inovação corporativa e o fim do freelancer no Brasil

Marketing Emocional: Primeira temporada Episódio 5

Quem ainda não conferiu a série sobre Marketing Emocional pode aproveitar este final de semana e maratonar todo o assunto no meu canal. Já informando que a série tem 7 episódios e o episódio de número 6 vai ao ar neste domingo. Já o Episódio 7 vai ao ar neste sábado as 16:30.

Cultura de inovação vs inovação corporativa

Vale a pena ressaltar neste artigo que existe uma pequena distancia entre a busca pela inovação corporativa que é o trabalho de incentivar as equipes a inovarem e trazerem ideias para crescimento da empresa e outra coisa completamente diferente é a cultura da inovação. Vamos destacar ambas aqui, mas para entender melhor a inovação corporativa é uma necessidade real para toda boa e grande empresa ou qualquer empresa que deseja crescer. Mas a implementação de uma cultura de inovação depende bem mais de ter um choque na cultura atual da sua empresa. A cultura de inovação, quase sempre choca e gera um certo incomodo. A cultura de inovação visa gerar benefícios para os inovadores e uma penalidade para os não inovadores. Ela fomenta e valoriza grupos e times, mas também reconhece e valoriza indivíduos pela sua capacidade de inovar e nem sempre são os que temos mais amizades. A verdade é que no mundo corporativo indicamos, contratamos e promovemos os que mais gostamos isso ajuda a cultura a manter-se uniforme e agradável. Entretanto a inovação precisa de fomento do diferente e precisa de objetividade mais do que subjetividade. Precisa de números e métricas. E isso é mais difícil quando não há um processo de implementação de uma CULTURA DE INOVAÇÂO.

Exemplo de mecanismos de inovação para produtos de varejo

Como dito no vídeo, havia um produto que estava tendo pesquisa e desenvolvimento de marca e produto. O trabalho foi feito visando ampliar vendas e ampliação de mercado. Havia sido feito um escaneamento de marca a fim de gerar um diagnostico. Neste Brand’s scan foi visto que a marca relacionava-se com 3 tipos de consumidoras. O primeiro grupo eram as apaixonadas pela marca e o produto, o segundo eram as não recorrentes e o terceiro era de rejeitadoras do produto. O desafio era gerar aumento de vendas e ampliação de mercado, já que estamos falando de ampliação de mercado de consumo de varejo. O grande desafio era quebrar a barreira das rejeitadoras e ganhar mais pregnância de marca e desejo para as não recorrentes.

A marca sofreu reprovação durante mais de 3 anos durante as pesquisas e desenvolvimento. Pelas minhas contas, antes de eu e minha equipe entrarmos no projeto foram gastos mais de 1,5 milhões nesse projeto, entre pesquisa e desenvolvimento. A empresa desejava a inovação, mas não tinha uma cultura de inovação, não no Brasil. Nesta época eu trabalhava em uma célula de Dermo e havia desenvolvido e aprovado um novo caminho para uma marca dentro do guarda-chuva desta marca que estava sendo retrabalhada. Nós havíamos implementado em dermo algumas pesquisas diferentes por conta própria. Neste ano eu tinha investido muito dinheiro em novos conhecimentos e estava implementando quase que ao mesmo tempo que havia apredido, literalmente com a apostila do lado. Entretanto o desejo e a forte cultura da célula de trabalho em inovar gerou vários insights de sucesso. Tendo aprovado em 3 semanas os primeiros caminhos e em menos de 3 meses em pesquisas de mercado e com consumidoras a marca não era o problema, mas o processo de pesquisa e desenvolvimento. Depois do sucesso em dermo eu fui convidado para desenvolver esse mesmo projeto na marca principal, foi incrível. Consegui aprovar 3 caminhos na pesquisa preliminar e mais 3 caminhos alternativos para um desenvolvimento mais pé-no-chão.

Então o quando falamos de inovação não basta a vontade de inovar, deve-se incentivar quem está inovando, deve-se ter um ambiente onde a cultura favoreça aos que gerem maiores resultados. Por isso deve-se diferenciar colaboradores de talentos. Talentos não são colaboradores e colaboradores não necessariamente são talentos. Cada peça nesta grande engrenagem deve ter seu objetivo e sua função. Saber fazer essa análise é muito importante dentro da cultura da inovação.

Falamos sobre muitos assuntos neste vídeo e decidimos escrever mais aqui. Vamos trocar uma ideia, leia, assista e comente.

CULTURA DA EMPRESA O FIM DA INOVAÇÃO: A cultura da empresa é um dos ativos mais fortes dos tempos atuais das marcas grandes e sérias. E neste vídeo vamos abordar as dificuldades, os erros e acertos em equilibrar a cultura com inovação e marketing emocional, que é o tema central desta temporada da série. As empresas muito voltadas para a cultura tendem a não abrirem-se para o novo. A cultura deixa tudo mais confortável para colaboradores e executivos. Entretanto esse conforte também colabora com a estagnação. E um ambiente estagnado não há espaço para a inovação. Outro fator interessante é que falamos no vídeo sobre a homogeneidade de pensamento, gostamos de estar com pessoas agradáveis e não necessariamente técnicas. Gostamos de gastar tempo conversando sobre família, viagens e etc, mas não gostamos de pessoas 100% focadas no trabalho e resultados. Quem tem sentimento de dono, precisa ser produtivo e acredita que há momento para tudo, mas isso não é comum nas grandes corporações. É preciso haver um equilíbrio, entretanto não é preciso fazer uma escolha por um perfil ou outro. É para isso que as consultorias abrem uma especialidade que pode faltar em alguma determinada empresa. Empresas de cultura podem não reter talentos de perfis especialistas e hoje vamos falar um pouco sobre esse assunto.

TIMES MULTIDISCIPLINARES SÃO IMPORTANTÍSSIMOS PARA AS EMPRESAS. O FIM DO FREELANCER NO BRASIL: Bem, decidimos escrever mais, pois poucas pessoas entendem as diferenças entre uma agência de consultoria, um freelancer e uma agência no modelo tradicional. A antiga agência de publicidade e Design funcionava da seguinte forma. O dono contratava os funcionários e eles recebiam salários baixos enquanto a empresa cobrava absurdos para que os funcionários trabalhassem muito e a insatisfação era gigantesca. A agência de consultoria ela atrai profissionais para serem agenciados como autônomos. Eles são donos do próprio negócio e do contrato com a agência. Ele é um ativo precioso e ele tem contato direto com seu próprio cliente. Fora isso, ainda existem as franquias. Você pode comprar, por exemplo uma franquia da Benlev Comunicação e a franquia garante anúncios para atrair clientes para você, sua região e demais regiões do Brasil que precisem do seu trabalho. O preço de uma agência de consultoria é quase o mesmo de um freelancer e a vantagem é que o cliente vai pagar o equivalente a um trabalho e ganha muitos outros como jornalista, conferente de texto, designer gráfico, especialista em marketing digital e web designer. Se a pessoa contratar somente um Designer, ou um web designer ela não tem mais nenhum outro serviço. A não ser que pague a um outro profissional indicado por aquele freelancer. Por essa razão a agência de consultoria leva vantagens. Então é por isso que a carreira de freelancer vai acabar no Brasil.

Comenta aqui em baixo sobre:
– O que é Esquizofrenia de marca
– Problemas emocionais do Freelancer
– O que é Agência de consultoria de Marketing Digital

Thiago Carneiro Benlev

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